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19/10/2021

Vamos falar sobre metodologia?

Nós sempre soubemos que projetos de branding feitos do jeito certo precisam de um envolvimento muito grande entre cliente e estúdio de branding. Esse tipo de projeto estrutura o negócio e coloca a marca à frente, como norteadora de todos os pontos de contato. Mas para que isso aconteça é necessário olhar de perto e é por isso que organizamos uma metodologia para trabalhar com os projetos de nossos clientes. 

Você pode estar se perguntando, porque INDEX?  Esse nome é fruto da união das palavras INteligência DEsign e EXpressão, que são as três etapas que compõem os nossos projetos de branding.  Hoje sabemos que a marca nasce no preto e branco da estratégia, ganha nome, voz e cor na etapa de design e caminhos para os diversos pontos de contato em expressão. 

Hoje gostaria de contar um pouco mais sobre ela: como funciona, o que nos traz de insumos e como contribui para os nossos projetos. Se quiser, pegue um cafezinho e vamos lá.

Começamos a nossa metodologia com a etapa de Inteligência, e ela organiza a casa. Olhamos para dentro do cliente para entender o que essa marca faz, o que já fez, de onde surgiu, como faz a diferença no mercado. Não vamos criar nada agora, vamos ouvir, entender. Ninguém sabe mais do negócio do que o cliente, respeitamos isso e aprendemos sempre. 

Só constrói marcas fortes quem gosta de gente.

Segundo Jaime Troiano, especialista em marcas com mais de 30 anos de mercado, é olhando para as pessoas que entendemos o mercado e as marcas. 

Por isso, ouvimos os idealizadores, os donos, os colaboradores, os clientes, todos os públicos que se relacionam com aquela marca para entender onde essa marca está, onde quer ir, quais os seus diferenciais. Ouvir as pessoas, essa é a premissa mais importante no processo de desenvolvimento de uma marca, tudo o que precisamos de insumo já está lá. 

Depois vamos analisar as tendências de mercado local, regional e até mesmo mundial, vamos olhar os concorrentes, enxergar o nosso lugar de potência. Utilizamos a ferramenta de arquétipos para olhar para a sua personalidade, vocês são lúdicos, sérios, técnicos? Temos que entender o que faz sentido para cada setor e para cada marca. Nos posicionar é a chave para ter força de comunicação e relevância.

Ao final desta etapa temos um cenário muito claro de quem somos, para onde queremos ir, quem são os nossos concorrentes, como é a nossa personalidade, valores, essência. Agora sim temos um caminho sólido para ser traduzido em nome, formas, cores e voz. 

Chegamos na etapa de Design e se o projeto exige a criação de um nome é aqui que ele acontece. Aqui também vamos a fundo nas. Tudo focado na tradução do que foi levantado na etapa anterior. 

Primeiramente acreditamos que o nome é um ativo de marca, que ele – junto com a identidade visual e verbal – compõe um universo de comunicação muito complexo. Apesar de não parecer, há muita técnica por trás da criação de um nome, trazemos os atributos de marca que temos que comunicar, diferenciais, storytelling da marca, claro que nem tudo será traduzido aqui, mas a composição nome + identidade visual + identidade verbal deve fazer o trabalho completo. 

Na etapa de identidade visual buscamos diversos recursos gráficos para trazer uma comunicação proprietária para essa marca. Avaliamos as cores, formas, estilo fotográfico, estilo de ilustração. Criamos um estilo próprio de iconografia, texturas. Tudo isso combinado auxilia o mercado a identificar rapidamente essa marca, de maneira leve e criativa sem ter que repetir desnecessariamente a marca muitas vezes no mesmo espaço ou material. 

Quando se fala de identidade verbal sabemos que para muitos é um assunto novo. Em 2018 quando estivemos no SXSW (um congresso internacional sobre tendências e futuro que acontece no Texas anualmente) já se falava muito sobre essa tendência e hoje isso se consolida cada vez mais. A voz já é responsável por 20% das buscas no Google, por isso investir em identidade verbal é ter solidez em um importante pilar da marca. Definimos o estilo, assuntos que falamos, território de palavras, sempre focando em traduzir os valores e a essência da marca de forma coesa. 

A partir do momento que temos todos esses caminhos definidos, vamos olhar para todos os pontos de contato levantados na etapa de inteligência. Agora é a vez da marca ganhar EXpressão em cada um deles. 

Essa etapa é a mais flexível, precisamos entender o que faz sentido para cada marca. Além de um guia de material impresso, digital, sinalização, temos diversas outras possibilidades de expressão. Há necessidade de tradução dessa marca em um espaço físico? Nesse caso seria legal gerar insights de arquitetura. Como essa marca será transmitida aos colaboradores? Hoje sabemos que a retenção de bons talentos acontece pela conexão que se tem com a marca. 

Algo que nós sempre acreditamos e que foi uma força propulsora para focarmos em branding de verdade é porque sabemos que as marcas podem e devem fazer mais pela sociedade em que estão inseridas. É possível engajar, ensinar, encorajar, transformar. Espaços que antes eram do governo hoje já são território proprietário de marcas. Mas é claro que isso tem que fazer sentido dentro da estratégia da sua marca para que tenha valor.

Ao final da metodologia INDEX o cliente terá um poderoso manual de negócio para entender como potencializar sua marca, como utilizar a marca como um norte para o seu negócio. 

E aí? O que achou? Temos muitas coisas para conversar sobre esse assunto. 

Que tal dar ainda mais força para sua marca? Deixe-a trabalhar para você. 

Acredite no poder de geração de valor dela. 

Vamos conversar?

Fique atualizado:

Gerar valor e transformar a sociedade são essenciais para um futuro de significado.

Carlos Tavarnaro.

Diretor Tavarnaro Consultoria Imobiliária

O trabalho de branding ficou irretocável, motivou e engajou nossos colaboradores. A leveza da comunicação foi aprovada pelos clientes antigos e os novos passaram a se identificar mais com o nosso posicionamento.

Luciano Döll.

CEO InbixVentures

A metodologia ofertada para criar a identidade da marca com todas as suas perspectivas permitiu que, além da marca, nós mesmos nos identificássemos como negócio. Sabíamos que não havia chance de erro e que se houvessem ajustes seriam de sintonia fina.

Miguel Sanches Neto.

Reitor UEPG

O fundamental para o projeto de branding era unificar as duas marcas que a instituição utilizava e comunicar um modelo mais moderno de administrar. O processo de desenvolvimento foi longo e precisou de amadurecimento, porém a adesão instantânea à ela mostrou que ele foi muito exitoso.